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Rebelião de Robert, também chamada de Guerra do Usurpador, foi uma revolta contra a Casa Targaryen instigada principalmente por Eddard Stark, Jon Arryn e Robert Baratheon, que teve a rebelião batizada em seu nome. Durou quase dois anos e resultou no fim da dinastia dos Targaryen nos Sete Reinos e o início do reinado de Robert.

Causas Editar

O conflito teve início depois que Rhaegar Targaryen sequestrou Lyanna Stark, que estava prometida a Robert Baratheon. Apesar dos apelos de Hoster Tully por paciência, Brandon Stark (na época herdeiro de Winterfell) rumou a Porto Real. Lá, ele foi até a Fortaleza Vermelha e, aos gritos, desafiou o príncipe Rhaegar a sair e morrer. O Rei mandou prendê-lo junto com sua comitiva (seu escudeiro Ethan Glover, Jeffory Mallister, Kyle Royce, e o neto e herdeiro do Senhor do Vale Elbert Arryn) por conspirar a morte do príncipe herdeiro.[1]

O Rei Aerys Irineu II Targaryen, cada vez mais insano desde a Desafio de Valdocaso, ordenou que os pais dos prisioneiros se apresentassem diante do Trono de Ferro para responder às acusações feitas contra seus filhos. Quando o fizeram, todos foram mortos sem julgamento.[1] Ethan Glover foi o único sobrevivente. Lorde Rickard Stark exigiu um julgamento por combate e foi assado vivo em sua armadura, enquanto seu filho Brandon, preso pelo pescoço em um dispositivo, acabou estrangulando a si mesmo tentando salvar o pai.[1] Logo depois, o Rei Louco exigiu as cabeças de Robert Baratheon e Eddard Stark de seu protetor, Jon Arryn. Porém, o Lorde Arryn reuniu seus vassalos e iniciou uma rebelião, protestando contra os injustos atos do Rei Louco.

Combatentes Editar

Mesmo quando Lorde Arryn convocou seus vassalos, Vila Gaivota, liderada por Lorde Randyll Grafton, permaneceu fiel ao rei. Grafton reuniu os lealistas para impedir que Robert e Jon entrassem em Vila Gaivota, enquanto que Eddard decidiu tomar outro caminho para o Norte, pelos Dedos. Eventualmente, Vila Gaivota caiu e Robert, que havia sido o primeiro a transpôr as muralhas e matara Marq Grafton com as próprias mãos, pôde voltar à Ponta Tempestade. Eddard e Robert reuniram seus vassalos.

A Casa Tully foi a próxima a entrar na guerra em favor dos rebeldes. Essa já havia prometido um casamento para Brandon Stark e Jon Arryn, contudo após a morte de Brandon, o casamento seguiu com Eddard e Jon, casando com Catelyn e Lysa respectivamente, selando assim a união das Casas Arryn, Tully e Stark.[2] Entretanto, assim como no Vale, nem todos os vassalos se juntaram à causa rebelde. As casas Ryger, Darry, Goodbrook e Mooton permaneceram leais aos Targaryen e os Frey permaneceram neutros até a situação ficar clara.

Todos os rebeldes se uniram a Robert, cuja avó havia sido filha do Rei Aegon V, possuindo a melhor pretensão ao trono depois dos descendentes de Aerys.

O Rei Aerys, por sua vez, convocou seus próprios vassalos. Todos os vassalos das Terras da Coroa responderam ao chamado, assim como fizeram os Tyrell e os Martell, cujos próprios vassalos também se mantiveram fiéis ao Trono de Ferro como os Redwyne e osHightower. A Casa Martell estava relutante em enviar ajuda depois dos atos de Rhaegar, mas acabou mantendo sua lealdade. No entanto, os Lannister de Rochedo Casterly, cujo chefe, Tywin Lannister, havia sido recentemente demitido do cargo de Mão do Rei, não respondeu à convocatória, enquanto os Greyjoy das Ilhas de Ferro optaram pela neutralidade no conflito.

http://wiki.gameofthronesbr.com/index.php/Rebeli%C3%A3o_de_Robert

By: Marcio Rodrigues

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